sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Reflexão do dia: Psicologia de polícia e bandido

 REFLEXÃO 
Por Pastor Ivan Fidelis
Hoje, 10 de fevereiro de 2017, ao abrir o whatsapp, me deparei com uma pequena reflexão que finaliza com o título destacado acima diante dos acontecimentos atuais no Espírito Santo. A grande verdade é que os fatos refletem, apenas, o nível exagerado da degradação humana que, a cada dia, está mais longe dos propósitos do Criador, nosso SENHOR e Deus, segundo o parâmetro das Leis determinadas por Deus o Pai, seguidas e cumpridas por Jesus Cristo, o Filho; e fixadas eternamente através do Espírito Santo – (exposição da triunidade divina, apenas para estudo humano; pois as três pessoas, em unidade, revelam o que chamamos de SENHOR Deus). – A humanidade sem os princípios, caráter, personalidade e santificação espiritual, não passa que uma criação corrompida pelo pecado em todas as áreas possíveis e imagináveis de sua condição enquanto criatura.

Portanto, hoje, vou apenas reproduzir os textos que chegaram ao meu conhecimento; afinal, serão suficientes para uma boa reflexão da necessidade de se conhecer a Verdade da Palavra de Deus e aplicá-la, coletiva e individualmente, em nossas vidas.

“PSICOLOGIA DE POLÍCIA E BANDIDO. Na greve da Polícia Militar no Espírito Santo cidadãos comuns foram vistos realizando saques em lojas e supermercados. A ausência da polícia revela uma realidade assustadora: o caos ético e moral que se encontra o nosso país. Quando a polícia se torna a regra de conduta das pessoas, o instrumento de controle que as impede de cometer crimes percebe-se a falta de consciência ética e moral. Retirada a polícia vem à tona o desejo latente de um povo corrupto. Idiotice pensar que só políticos são desonestos, tendo oportunidade, muitos se tornam criminosos. A conclusão é a seguinte: Se precisamos de polícia para sermos honestos, somos uma sociedade de bandidos soltos! - Sérgio Oliveira, teólogo e psicólogo”

“Irmaos hoje já se completam 5 dias que estamos trancados dentro de casa. Nossos corações estão dilacerados de vermos não só o confronto de bandidos contra bandidos, mas de vermos o que uma sociedade que NÃO tem Cristo em seu viver é capaz de fazer. Os bandidos estão nas ruas matando e disputando território e uma parte da sociedade que todos diziam sociedade de gente de bem, estão nas ruas saqueando as lojas.

Meus irmãos, nossas forças e aflição de vermos tamanha devastação e perdição de almas a cada momento tem que ser renovada. Sabemos que temos irmãos a recorrer para nos ajudar em oração. A situação aqui não pode se espalhar pelo nossa Nação. A mídia não mostra tudo. Ontem houve confronto entre exército x PMs e população próximo aqui de nós. Homens saem as ruas com facão na mãos para matar. É isso mesmo, juntam um grupo com armas e facas nas mãos, vão as ruas matar e são aplaudidos pela população. MISERICÓRDIA Senhor.

Pedimos com o coração sangrando uma angústia sem tamanho a misericórdia de Deus para este Estado. Peçam irmãos, divulguem, pois sabemos que muitos irmãos podem ajudar neste momento de oração. Não vejam esta mensagem como desesperadora, mas somos nós filhos de um Deus vivo que clamamos e temos passado por momentos de extrema angústia de vermos uma sociedade corrompida pelo ódio e sem Cristo. Mas temos a certeza e sabemos que o exército de Deus está sobre está Nação. Fiquem na paz de Cristo. – Diogo e Maria, Espírito Santo”

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes. Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar pessoas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade”. 2 Timóteo 3.1-7 Bíblia Sagrada

Pr. Ivan Fidelis – Igreja Adventista do Sétimo Dia em Presidente Venceslau e Adjacências
Ms. Aconselhamento Bíblico Cristão com ênfase em família e sexualidade
Prof. de Hermenêutica e Exegese em hebraico, aramaico e grego
e-mail: pastor@ivanfidelis.com.br – Rede Novo Tempo de Comunicações

3 comentários:

Ana Paula Pereira Teixeira disse...

É assustador observar como as pessoas se comportam não na ausência da PM, mas sim de Deus em seus corações e mentes. Pessoas que talvez até tivessem uma vida religiosa porém artificial ficando evidente em momentos como estes.

flood disse...

"A SUPREMA SABEDORIA CLAMA ALTISSONANTEMENTE PELAS RUAS,NAS ENTRADAS DAS CIDADES,EM MEIO AO TUMULTO DAS MULTIDÕES... LEVANTA A SUA VOZ"."FILHO MEU,SE ACEITARES AS MINHAS PALAVRAS"...O LIVRO DE PROVÉRBIOS COMO REFLEXÃO.

Oldair da Silva disse...

Eis aí um texto que parece bonitinho, em primeira vista. Porém, traz uma generalização muito perigosa e eu me arrisco a dizer, até falsa. Ele corretamente diz que "cidadãos foram vistos"...uma minoria da população do ES, com certeza. Há uma minoria que tende ao crime, que ignora limites, que não tem padrões éticos de conduta. Para estes, o poder de polícia se faz necessário e é em razão destes que ele existe. Para aqueles que conseguem se controlar e manter-se firmes em mínimos padrões de conduta legal e moral (a grande maioria), não é necessário polícia.

Se essa reflexão dele fosse generalizada poderíamos estabelecer vários paralelos: "Se precisamos dos pais para educar e impor regras aos seus filhos, somos um país de mal educados funcionais;" "Se precisamos de líderes para organizar e controlar o trabalho em um empresa, somos um país de desorganizados e vadios;" "Se precisamos de políticos para definir as leis que vão reger a nossa vida, somos um país de idiotas:"

A reflexão é válida no âmbito individual, pois é fato que nós seres humanos precisamos de "policiamento" para irmos adiante com certas regras: usar cinto de segurança para não ganhar multa é só um dos exemplos em que a punição nos impele a cumprir uma regra.

Contudo, se mal interpretado, o texto pode induzir o leitor a neutralizar ou invalidar o necessário poder de polícia, o necessário poder da disciplina, o necessário poder das regras de conduta e de relacionamento, que são agentes formadores da nossa personalidade e do nosso senso de certo e errado, que são sim aprendidas e praticadas por uma grande maioria e, negadas e combatidas por uma minoria, para os quais, o poder de polícia se faz necessário.